Curitiba cortou R$ 2 milhões da cultura e vetou 60 projetos aprovados em edital 

Artistas e produtores culturais classificados no Edital Livre 2016 acusam Prefeitura de “calote”


Cerca de 40 artistas e produtores culturais protestaram nesta quinta-feira (8) contra o cancelamento do Edital Livre da Fundação Cultural de Curitiba. A manifestação aconteceu em frente à Prefeitura, a partir das 13h. Quatro representantes da classe artística foram recebidos por Itamar Abib Neves, chefe de gabinete do prefeito, e demonstraram insatisfação com o que classificam como “calote”: o corte dos 2 milhões de reais que deveriam financiar 60 projetos culturais em 2017. A anulação do edital foi anunciada há seis dias pela Prefeitura, que citou o “cenário econômico desfavorável” como argumento para a medida.
Cléo Cavalcanti, Fernanda Perondi e Renata Roel participaram do ato desta quinta-feira (8) em frente à Prefeitura.
O chefe de gabinete repetiu hoje as mesmas justificativas da nota publicada semana passada, e acrescentou que há cortes no orçamento em quase todas as pastas. A cineasta Laís Melo, uma das quatro manifestantes que participou da reunião, afirma que a cultura nunca foi prioridade na gestão do prefeito Gustavo Fruet (PDT). “Com o teto previsto para o nosso projeto, a gente não conseguiria pagar nem o piso dos trabalhadores, nem dar a eles uma estrutura adequada”, lamenta. “Vivemos, em todo o Brasil, um momento de ataque às instituições de pensamento crítico, e a reforma do ensino médio é um exemplo muito claro disso”, completa.

Bina Zanette, uma das articuladoras do protesto, disse que os representantes da classe artística saíram da Prefeitura desiludidos com as perspectivas para 2017: “Eles falaram sobre as dificuldades financeiras, os cortes que estão fazendo em outras instâncias, e inclusive sobre a chance de cancelamento da Oficina de Música de Curitiba [de 7 a 29 de janeiro]”. Nos próximos quatro anos, o prefeito será Rafael Greca (PMN), eleito no segundo turno com o apoio do governador Beto Richa (PSDB).

A Prefeitura de Curitiba investe menos de 1% de seu orçamento em cultura. O Edital Livre era a única verba oriunda do Fundo Municipal de Cultura em 2016.

Reféns do descaso
 
Fernanda Perondi é atriz e participou da elaboração do projeto Escambos: sotaques e olhares, que envolveu cerca de quinze profissionais de teatro do Paraná, do Rio de Janeiro e de Minas Gerais. Conforme sugerido no edital, os artistas de fora de Curitiba viriam à cidade em junho de 2017 para um mês de intercâmbio de técnicas e de ideias sobre a arte cênica. O projeto custaria R$ 45 mil aos cofres da Prefeitura, e também foi vetado. “Fizemos milagre para caber o projeto nesse orçamento, e aí veio essa notícia do cancelamento. Mas ainda temos um bocadinho de esperança”, admitiu, enquanto aguardava os colegas do lado de fora do gabinete do prefeito nesta quinta.

O músico Rodrigo Fonseca teve dois projetos aprovados no edital, antes da revogação. O primeiro iria financiar a organização de recitais gratuitos de chorinho durante feiras de alimentos orgânicos em Curitiba. O segundo, na área de patrimônio, propunha uma pesquisa com mulheres e crianças indígenas que sobrevivem da venda de artesanato na cidade. “Só fomos saber da revogação no dia 2 de dezembro, sem nenhum tipo de aviso ou preparação”, disse o artista. Assim como os autores dos demais projetos classificados, ele chegou a abrir uma conta corrente a pedido da Prefeitura, e aguardava apenas a assinatura de Fruet para a liberação da verba.

Giusy de Luca é autora de um dos projetos mais bens avaliados do edital, que previa a instalação de contêineres para ensinar compostagem a jovens e adultos da Cidade Industrial de Curitiba (CIC). “É um descaso. Tem pessoas que ficaram dois meses elaborando o projeto!”, lembra. “Eles podiam ter avisado antes que não ia ter o recurso…”.

A atriz e contadora de histórias Cléo Cavalcanti afirma que toda a cidade será prejudicada se a Prefeitura insistir na revogação do edital. “É importante lembrar que os projetos movimentam toda a economia, os comércios… Enfim, pra fazer um cenário para uma peça, você precisa de materiais de construção, e isso atinge milhares de pessoas”, exemplifica. “Todo mundo sairia ganhando”. Cléo foi uma das artistas contempladas com o projeto Girolescas narrativas, que iria promover rodas de contação de histórias e debate com cerca de cinco mil crianças e adolescentes de todas as regionais de Curitiba.

As informações são do repórter Daniel Giovanaz
Edição da Agência Baluarte
Corais natalinos se apresentam neste fim de semana no Pátio Norte Shopping
 
Como parte das comemorações natalinas do Pátio Norte, nesta sexta (9), o shopping recebe as crianças do projeto ‘’Bola no gol, ganhando crianças para Jesus’’. A apresentação começa às 19h30 na Praça de alimentação.


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Dando continuação, no sábado (10), os alunos da Escola Adventista da Cidade Operária voltam ao palco do Pátio para apresentar a segunda parte do seu 'Recital de Natal'. A apresentação começa às 17h00 na Praça de alimentação.

MATÉRIA ENVIADA PELA ASSESSORIA DE IMPRENSA DO PÁTIO NORTE SHOPPING
Agências do Banco Brasil são autuadas em todo estado pelo Procon/MA

Nos dias 5, 6 e 7 de dezembro, o Procon/MA realizou fiscalização em agências do Banco do Brasil em todo estado. Durante as vistorias foram encontradas diversas irregularidades, o que demonstra a falta de investimento na melhoria do serviço e constante desrespeito ao direito dos consumidores. Situações como essa reforçam a importância da Ação Civil Pública protocolada pelo órgão para impedir o fechamento de 13 agências no Maranhão.

Ao todo, foram 23 agências do Banco do Brasil fiscalizadas nos municípios de São Luís, Açailândia, Bacabal, Balsas, Barra do Corda, Barreirinhas , Caxias, Chapadinha, Codó, Coroatá, Cururupu, Carolina, Estreito, Imperatriz, Pedreiras, Presidente Dutra, Santa Inês, Santa Luzia e São João dos Patos, São José de Ribamar, Timon, Viana. Em São Luís, onde iniciou a operação, a equipe do Procon/MA esteve nas agências que apresentam maior número de reclamação dos consumidores. Na maioria delas, foram constatadas falhas na prestação do serviço. 


Na agência da Deodoro na capital, foram identificados sete caixas de autoatendimento sem dinheiro para saque, além de demora excessiva, filas longas e falta de bancários para auxiliar no atendimento dos consumidores. 

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Duarte Jr, do Procon-MA: fiscalização em agências do Banco do Brasil em todo estado.
Nos municípios, entre as irregularidades encontradas estão a desobediência à Lei Estadual 7.806/2002 (que determina tempo máximo de 30 minutos de espera por atendimento nos guichês), o desabastecimento dos terminais de autoatendimento e a demora excessiva no atendimento negocial.

A funcionária pública Maria Benedita Moraes foi uma das consumidoras prejudicadas pela falta de dinheiro no caixa. “Eu preciso fazer a matrícula do meu filho até hoje na escola, porém, já estive em duas agências do Banco do Brasil e nenhuma tinha dinheiro disponível para saque. Agora não sei como vou fazer, preciso voltar ao trabalho e não posso ficar esperando essa fila”, desabafa a consumidora.

Depoimentos como esse são comuns nas filas de atendimento do Banco do Brasil, onde a equipe do órgão presencia, também, falta de infra-estrutura para idosos e pessoas com deficiência aguardarem a demora no atendimento. 

Segundo o presidente do Procon/MA e diretor dos Procons Nordeste, Duarte Júnior, fechar agências bancárias diante deste cenário é paradoxal aos grandes lucros do Banco do Brasil. “É contraditório acreditar que o consumidor maranhense não será afetado com o fechamento de 13 agências no estado. Constatamos diariamente em fiscalizações falha na prestação do serviço, o que demonstra a necessidade de mais investimento por parte da instituição. O fechamento de agências é um retrocesso”, explica o presidente.

Na última semana, as agências do Banco do Brasil no Anjo da Guarda e Hospital Materno Infantil tiveram atividades encerradas. O Procon/MA pedirá prazo de reativação para a Justiça com base na ação civil pública deferida na semana passada, que proíbe o fechamento de agências do Banco do Brasil no Maranhão. Nesta semana, também declararam apoio à ação o Ministério Público Estadual, a Defensoria Pública do Estado, a Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Maranhão (OAB/MA) e o Instituto Brasileiro de Estudos e Defesa das Relações de Consumo (IBEDEC-MA).

MATÉRIA ENVIADA PELA SECRETARIA DE  ESTADO DA COMUNICAÇÃO SOCIAL E ASSUNTOS POLÍTICOS DO GOVERNO DO ESTADO - SECAP
EDIÇÃO DA AGÊNCIA BALUARTE

IBGE prevê que safra de 2017 será 14,2% superior a de 2016 

Aumento se deve às maiores produções previstas para todas as regiões.

A segunda previsão do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para a safra de 2017 aponta uma produção de cereais, leguminosas e oleaginosas de 210,1 milhões de toneladas: 14,2% acima da safra de 2016.

O aumento se deve às maiores produções previstas para todas as regiões: Norte (5,1%), Nordeste (53,9%), Sudeste (8,3%), Sul (5,4%), Centro-Oeste (20,1%).

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O aumento se deve às maiores produções previstas para todas as regiões: Norte (5,1%), Nordeste (53,9%), Sudeste (8,3%), Sul (5,4%), Centro-Oeste (20,1%).
Entre os produtos de maior importância para a próxima safra de verão, apenas um produto apresenta variação negativa na produção em relação a 2016, o amendoim (em casca) 1ª safra (-1,9%). Os demais apresentam variações positivas na produção: algodão herbáceo (em caroço) (7,1%), arroz (em casca) (8,5%), feijão (em grão) 1ª safra (25,0%), milho (em grão) 1ªsafra (18,0%) e soja (em grão) (7,8%).

Já a 11ª estimativa para a safra de 2016 chegou a 183,9 milhões de toneladas, uma queda de 12,3% em relação a 2015 (209,7 milhões de toneladas). A área a ser colhida (57,2 milhões de hectares) é 0,8% menor que a do ano anterior.

AS INFORMAÇÕES SÃO DO G1
EDIÇÃO DA AGÊNCIA BALUARTE 
"Atuei com minha convicção", diz Marco Aurélio Mello 

Ministro comentou sobre o julgamento do STF que não acatou sua decisão de afastar Renan Calheiros

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, comentou nesta quinta-feira (8) sobre o julgamento da Corte que não acatou sua decisão de afastar Renan Calheiros da presidência do Senado, após ele ter se tornado réu.

"Estou convicto que não errei. Atuei com minha convicção. Estou satisfeito por sair bem na foto", disse, à Folha de S. Paulo.
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"Atuei com minha convicção", diz Marco Aurélio Mello.
Marco Aurélio afirmou ainda que, quando começou a circular a informação de que haveria um acordo no STF para que Renan saísse da linha sucessória da Presidência da República mas continuasse no comando do Senado, decidiu fazer um aditamento em seu voto, lido durante a sessão plenária de quarta (7).

"Quando começaram a veicular que essa seria a solução, fiz um aditamento tratando sobre a importância do julgamento e da Constituição. No meu voto, apontei como solução 'meia sola'. Estava em jogo o Supremo."

 O ministro reforçou, contudo, que a decisão do STF deve ser respeitada. "Maioria é maioria."

AS INFORMAÇÕES SÃO DO JB
EDIÇÃO DA AGÊNCIA BALUARTE 

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