Candidato pelo PMDB, Júlio não se reciclou e mantém as mesmas práticas anacrônicas de sempre nesta eleição.

POR FERNANDO ATALLAIA
DIRETO DA REDAÇÃO

A campanha de Júlio Matos, candidato pelo PMDB ao Executivo municipal, vem sendo alvo de críticas dos ribamarenses na cidade balneária.

Tudo porque Júlio faz questão de manter as mesmas práticas já conhecidas quando de sua participação em eleições. O que vem sendo considerado pelos ribamarenses como desrespeito ao eleitor e ao cidadão local. 

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NADA DE NOVO DE NOVO O candidato Júlio Matos: fora da realidade do município.
Visivelmente desorganizado e sem nunca ter proposto a discussão dos problemas da cidade em debate público, Matos não divulga agenda de campanha, ignora a imprensa e dá de ombros com a nova configuração social do município. Traduzindo: como politico está literalmente descontextualizado da agenda social de São José de Ribamar e do que reivindicam hoje os ribamarenses.

A Agência Baluarte tentou contatar candidatos ligados ao postulante, mas nenhuma informação sobre os movimentos de Júlio foi fornecida, para se ter ideia. Como antigamente, ele anda muito aquém da realidade. Ou fora dela.

O que não era de se estranhar.   

Após bate-boca, Renan janta com senadores petistas

O presidente do Senado, Renan Calheiros, convidou senadores do PT para um jantar na noite desta sexta-feira (26), após o intenso bate-boca protagonizado por ele com os senadores Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Lindbergjh Farias (PT-RJ), em plenário. Estiveram na residência oficial os petistas Jorge Viana (PT-AC) e Lindbergh.

Durante o jantar, os petistas teriam feito um apelo para que ele pedisse aos parlamentares respeito em relação à presidente Dilma Rousseff, que prestará depoimento na segunda-feira.

Renan 'soltou os cachorros' e depois foi jantar.
Os três aproveitaram o encontro para rever as cenas do bate-boca. Renan teria reconhecido que, no calor das emoções, chegou a empurrar Lindbergh. 

Renan arrepende-se de briga com Gleisi e diz que provocação do PT é "burrice"

Na noite de sexta-feira, Renan admitiu que se “arrependia muito” de ter protagonizado um bate-boca com a senadora Gleisi Hoffmann. Renan ressaltou, porém, que o comportamento provocativo dos senadores petistas pode prejudicar a presidenta Dilma Rousseff na votação da semana que vem.

“Essa discussão só tira votos, não agrega votos. Isso é uma burrice, é um tiro no pé. Foi isso que eu falei. Por isso, deu no que deu, porque [os petistas] não têm estratégia de convivência, agridem as pessoas e não agregam nada. O processo político é uma construção, ele precisa sempre agregar as pessoas, e não separá-las”, afirmou o senador.

 Renan alegou que sofreu uma “provocação desproporcional” de Gleisi e de colegas dela contrários ao impeachment e que acabou “perdendo as estribeiras”. Para o senador, tal comportamento é um “tiro no pé”, uma “burrice”.

AS INFORMAÇÕES SÃO DO JB
EDIÇÃO DE ANB ONLINE 
Candidata visitou dezenas de comunidades ribamarenses na última semana

POR FERNANDO ATALLAIA

DIRETO DA REDAÇÃO

A candidata à vereadora Elisabeth Malheiros cumpre atualmente intensa agenda de reuniões em São José de Ribamar.

Convidada de forma espontânea pelos ribamarenses a promover reuniões nas comunidades locais, Elisabeth tem como bandeira a defesa dos direitos das mulheres ribamarenses na cidade. 

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Elisabeth Malheiros vem se destacando como a esperança das mulheres ribamarenses na cidade; campanha da candidata fortalece dos ribamarenses num futuro melhor.
Ela, que é da área da Saúde, divulga durante os encontros uma listagem de prioridades e propostas que vão do enfrentamento da violência à geração de emprego e renda aos munícipes que elegerão os novos vereadores para a próxima legislatura.
 
Segundo apurou a Agência Baluarte, a participação de Elisabeth Malheiros no debate público vêm trazendo esperança aos bairros desassistidos. A candidata já se destaca como uma das principais vozes a representar os anseios da população de São José de Ribamar a partir de janeiro de 2017 na Câmara.

E não é por menos.




28 genocidas são sentenciados à prisão perpétua por crimes na ditadura argentina

Do lado de fora do Tribunal Federal da capital cordobesa, milhares de pessoas celebraram a decisão.

A Justiça argentina botou um novo freio à impunidade pelos crimes cometidos durante a última ditadura cívico militar. Após seis anos da abertura do processo que julga crimes cometidos em Centros Clandestinos de Detenção (CCD) da província de Córdoba, no centro do país, 28 pessoas foram sentenciadas à prisão perpétua e nove a condenações entre três e nove anos por violação aos direitos humanos.

O julgamento, iniciado em 4 de dezembro de 2014, inclui mais de 700 vítimas; entre elas, estão 365 pessoas que estão desaparecidas ou foram assassinadas.
O julgamento iniciado em 4 de dezembro de 2014 inclui o caso de mais de 700 vítimas, sendo que 365 delas estão desaparecidas ou foram assassinadas. Só em 71 casos foi possível recuperar e identificar os corpos.

Nesta oportunidade, o tribunal avaliou os casos de 52 homicídios, 260 sequestros e 656 casos de tortura, e o roubo da neta de Sonia Torres, presidenta de Abuelas de Plaza de Mayo, em Córdoba, sendo a primeira condenação por apropriação de menores na província.

O “Mega Enguiçamento” (forma em que se referem à causa pela magnitude dos implicados) investigou crimes cometidos nos CCD conhecidos como “La Perla”, “Malagueño o Perla Chica”, “Campo de La Ribera”, “D2” (Departamento de Informações da Polícia) e diferentes delegacias da província.

A maioria dos acusados é ou foi membros do Exército e da polícia provincial. Entre os condenados à perpetua, estão alguns agentes emblemáticos da repressão sistemática dos anos 1970, como membros de Gendarmería, que já acumula 12 vereditos por crimes de lesa humanidade.

Do lado de fora do Tribunal Federal da capital cordobesa, milhares de pessoas assistiram à sessão e celebraram a histórica sentença.
  
Com informações de Notas.org.ar
 
Edição de Camila Rodrigues da Silva


 A ODE TRISTE PARA AMORES INACABADOS, 
DE FERNANDO ATALLAIA

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POR DILERCY ADLER


Nestes dias conturbados da contemporaneidade, eis que surgem poetas das mais variadas estirpes a enredar palavras em busca do desvelamento do mundo humano de forma liricamente inusitada e inabitual. Eles, nós, os poetas, buscamos, como bem declara Fernando Atallaia no seu poema Dependências,  que ela, a Poesia,  [...] Cavalga versos sem alaridos e expurga jantares/ Das feiras do pensamento aos bancos de praças sempre vazios/ Toda poesia tem seu silêncio [...] E ainda enuncia que a Poesia: [...] Aposta na febre da palavra ainda morta e vicia pelos tragos de agonia.

Vicia sim, Atalaia! Sou testemunha viva disso e me alegro em ver tantas vozes, entre elas a sua, a fazer Odes... e a sua, além de ser triste é dedicada aos amores inacabados que são tantos... ao longo das histórias de amor da humanidade... desde os primórdios e, dentre alguns, me encanta  o trágico amor entre o cavaleiro Tristão, originário da Cornualha, e a princesa irlandesa Isolda... Este se soma a tantos outros, como Romeu e Julieta ou ainda um pouco mais próximo a nós, o de Inês de Castro e do Infante D. Pedro. E muito me enternece o desfecho trágico da história de amor de Épica (Filha) e Gastão, do romance Gupeva, de Maria Firmina dos Reis.

Ainda falando de amor, não se pode deixar de afirmar que o amor é o mais democrático dos sentimentos e, em seus Amores à parte, Atallaia proclama: [...] eu também amei. [...] Amei com todos os nós... e ainda descreve liricamente como amou:  Amei com a tempestade à garganta/ com o grito preso aos lençóis[...] E ainda louvando o amor não deixa de lembrar a complexa relação tríade entre o amor - o desejo - a liberdade, e sem qualquer pudor ou culpa verseja: [...] Amores à parte eu amei negando a ânsia do desejo a negar a liberdade [...] Ainda coloca no seu Cafajeste em Quatro Tempos que acredita no perdão e enaltece a força do amor na sua relação díade com o perdão, marcantemente quando descreve um viés da sua alma: [...] Minha alma disposta ainda pula muros. [... ] mas, se referindo à força do perdão ainda argumenta: [...]  Acredito no amor que serei perdoado. [...]. Ainda me reportando ao romance Gupeva, de Maria Firmina dos Reis, ele traz um belo exemplo de perdão quando Gupeva toma para si a reponsabilidade de educação de Épica (filha), mesmo sabendo que não é sua filha biológica e com isso aceita a gravidez de Épica (mãe).

Atallaia também direciona o seu lirismo para a saudade, sentimento para o humano, ambivalente, quando exprime dor pela ausência, e, por outro lado, apenas de  experiências prazerosas. Registre-se apenas - tão somente - do que deu prazer e por isso, sabiamente, Atallaia enaltece em sua verve poética a saudade, e a ela se refere como: Gloriosa saudade emprenha espelhos e perturba linhas da imaginação no pensamento [...] Quando um menino pegava os calaguinhos para andar nas costas feito dragões. [...] Por isso eles eram felizes   muito felizes [...]Saudade! Quanta saudade nesses versos!!! Saudade de dias felizes!!!

Nesta minha breve fala, não posso deixar de louvar a ousadia de cada artista que leva a sua obra ao público, sem medo de refutações, mas esperando os aplausos necessários para continuar produzindo e produzindo cada vez melhor!!! Precisamos dotar o nosso coletivo de maiores e melhores condições facilitadoras à produção, seja ela no campo artístico, seja no filosófico ou científico, para que a nossa sociedade "emergente" em sua totalidade possa usufruir de mais conhecimentos e, de posse deles, reelaborá-los, e assim promover avanços cada vez mais expressivos. Sabe-se que esse privilégio se restringe mais às nações mais avançadas científica e tecnologicamente. Portanto, é urgente no cenário mundial a participação mais consistente de toda a América Latina e, nela, a do Brasil com a do nosso Maranhão e com a da nossa São Luís!

Isso posto, quero declarar o meu regozijo em ver mais uma obra de um artista da terra, um artista múltiplo que transita por várias vertentes das artes! E isso é muito bom!!!

Parabéns, Fernando Atallaia! Que o mundo receba de braços abertos esta sua ODE TRISTE PARA AMORES INACABADOS. Parabéns e muito sucesso!!!


São luís, 20 de agosto, de 2016.

Dilercy (Aragão) Adler

É Psicóloga e Escritora. Doutora em Ciências Pedagógicas - Cuba (revalidação na UnB-Brasilia); Mestre em Educação pela Universidade Federal do Maranhão-UFMA; Especialização em Metodologia da Pesquisa em Psicologia e Especialização em Sociologia pela Universidade Federal do Maranhão-UFMA. É membro do Banco de Avaliadores do Sinaes - BASIS/INEP/MEC. 

Presidente da Academia Ludovicense de Letras – ALL

Presidente da Sociedade de Cultura Latina do Brasil - SCLB

Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão- IHGM.