Sem nenhuma ética, secretário de Comunicação e Articulação Politica do Governo do Estado se rendeu ao fuxiquismo barato em redes sociais. 
 
POR FERNANDO ATALLAIA

DIRETO DA REDAÇÃO 


A matéria produzida pelo blogueiro e jornalista Diego Emir para o jornal O Estado de São Paulo, edição de hoje, 25, ganhou desdobramentos no gabinete do secretário de Articulação Politica e Comunicação do estado Márcio Jerry que disparou contra o repórter nas redes sociais.  


‘’ Depois de mentir e inventar personagens em matéria para o @EstadaoPolitica o @diegoemir me liga pra gritar impropérios. É muito cara de pau’’, esbravejou Jerry.

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ELE NÃO SABE LIDAR COM A IMPRENSA O secretário de Comunicação e Articulação Política do Governo do Estado, Márcio Jerry: baixo e rasteiro, ele chamou jornalista de 'cara de pau'.
Mostrando não ter ética e respeito pela liberdade de imprensa no Maranhão, a postura baixa e rasteira de Marcio Jerry ganhou o repúdio de leitores maranhenses que acusaram o secretário de injúria e difamação. Não se tem a confirmação de que Emir teria, de fato, ligado para Jerry, mas ainda assim o secretário xinga o jornalista querendo fazer crer que sim. 


Não é de hoje que Márcio Jerry, principal auxiliar do governador Flávio Dino, expõe a deficiência e o despreparo no trato com a imprensa, em particular blogueiros, deixando claro o posicionamento antidemocrático do Governo comunista em relação aos comunicadores. Ele já partiu para cima de outros colegas de profissão, recebendo da população o mesmo tratamento: repúdio. 


À guisa de contraponto ao comportamento  torpe do secretário e em solidariedade ao jornalista, ANB Online  deixa abaixo um dos textos matrizes do exercício da profissão/atuação dos agentes da imprensa. Esperamos que Márcio Jerry utilize-o como bússola:  


''A imprensa é a vista da Nação. Por ela é que a Nação acompanha o que lhe passa ao perto e ao longe, enxerga o que lhe malfazem, devassa o que lhe ocultam e tramam, colhe o que lhe sonegam, ou roubam, percebe onde lhe alvejam, ou nodoam, mede o que lhe cerceiam, ou destroem, vela pelo que lhe interessa, e se acautela do que a ameaça''. 


Rui Barbosa

Sete países da América Latina investigam propina da Odebrecht

Pelo menos sete países da América Latina anunciaram hoje (23) que vão investigar o suposto pagamento de propina de executivos da empreiteira brasileira Odebrecht, investigada na Operação Lava Jato, em troca de vantagens em contratos públicos. As medidas foram tomadas em reação à divulgação de documentos nos quais o Departamento do Estado dos Estados Unidos […]

Pelo menos sete países da América Latina anunciaram sexta-feira (23) que vão investigar o suposto pagamento de propina de executivos da empreiteira brasileira Odebrecht, investigada na Operação Lava Jato, em troca de vantagens em contratos públicos.
As medidas foram tomadas em reação à divulgação de documentos nos quais o Departamento do Estado dos Estados Unidos confirmou que a Odebrecht pagou mais de US$ 1 bilhão, cerca de R$ 3,3 bilhões, em propina a funcionários de governos em 12 países.

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Pelo menos sete países da América Latina anunciaram sexta-feira (23) que vão investigar o suposto pagamento de propina de executivos da empreiteira brasileira Odebrecht, investigada na Operação Lava Jato, em troca de vantagens em contratos públicos.
Peruano nega propina

O presidente do Peru, Pedro Pablo Kuczynski, negou ter recebido dinheiro quando era presidente do Conselho de Ministros no governo do ex-presidente Alejandro Toledo, que ocupou o cargo entre 2001-2006. Kuczynski disse que apóia a investigação sobre as denúncias.

“Eu posso garantir que não recebi nada, nem sei de nada. Obviamente, deve-se investigar tudo isso e sou a favor de uma profunda investigação”, disse.

Diante das novas denúncias, a procuradoria do Peru decidiu reabrir uma investigação na qual Kuczynski foi acusado de favorecer a Odebrecht em uma concessão pública durante o período em que ocupou cargo no Conselho de Ministros.

Equador investigará propina

O governo do Equador anunciou que pediu ao Ministério Público que investigue supostos pagamentos de propina pela Odebrecht no país. Uma das principais obras feitas pela empreiteira foi a construção do metrô da capital, Quito.
Em 2008, o atual presidente, Rafael Correa, expulsou a Odebrecht do país sob a alegação de que houve irregularidades da usina hidrelétrica de San Francisco, financiada com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Colômbia cancelará contratos

Por meio do secretário de Transparência da Presidência da República, Camilo Enciso, a Colômbia anunciou que vai cancelar todos os contratos nos quais ficar comprovada que a Odebrecht pagou propina.

“No momento em que for demonstrado de maneira clara que houve pagamento de subornos, o estado colombiano não duvidará de nenhuma maneira em tomar as decisões necessárias para terminar de maneira unilateral seus contratos e para evitar que a Odebrecht continue tendo negócios no país”, disse Enciso.

Argentina pede informações a investigadores

Na Argentina, o órgão responsável pelo combate à corrupção informou que pediu informações à força-tarefa de investigadores da Lava Jato para obter informações mais detalhadas sobre as denúncias de que US$ 35 milhões foram pagos em propina para funcionários públicos entre 2007 e 2015, fato que teria ocorrido durante o governo da ex-presidente Cristina Kirchner.

Oposição da Venezuela vai apurar denúncias

Na Venezuela, parlamentares oposicionistas ao governo do presidente Nícolas Maduro afirmam que vão investigar as denúncias por meio da Comissão de Controladoria do Parlamento.

As suspeitas são sobre supostos pagamentos de propina a funcionário do governo de Maduro e do ex-presidente Hugo Chavez.

Panamá anuncia punição